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	<title>Idoso</title>
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		<title>Golpe bancário: Juiz responsabiliza bancos por falha de segurança e garante indenização a idosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Caroline Forte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 20:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[falha de segurança]]></category>
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		<category><![CDATA[indenização]]></category>
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					<description><![CDATA[O juiz Fernando Eduardo Diegues Diniz, da 4ª Vara Cível da comarca de São Vicente &#8211; São Paulo condenou três Instituições bancárias a indenizarem uma mulher vítima do golpe da falsa central telefônica. Como o golpe ocorreu? De acordo com o processo N° 1009493-57.2023.8.26.0590, a consumidora — uma idosa com mais de 60 anos — [&#8230;]]]></description>
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<p>O  juiz Fernando Eduardo Diegues Diniz, da 4ª Vara Cível da comarca de  São Vicente &#8211; São Paulo condenou três Instituições bancárias a indenizarem uma mulher vítima do golpe da falsa central telefônica. </p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Como o golpe ocorreu?</h2>



<p>De acordo com o processo N° <a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Josefa-Bispo-Henrique.pdf" data-type="link" data-id="chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Josefa-Bispo-Henrique.pdf">1009493-57.2023.8.26.0590</a>, a consumidora — uma idosa com mais de 60 anos — recebeu uma ligação de um fraudador que se apresentou como representante dos bancos, alegando a existência de transações suspeitas em seus cartões de crédito. Durante a conversa, o golpista confirmou diversos dados pessoais e bancários da vítima (como endereço e números de cartões), o que transmitiu credibilidade e fez com que ela acreditasse na história.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="679" height="486" src="https://carolineforte.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-17.23.57-2.jpeg" alt="" class="wp-image-1783" style="width:492px;height:auto" srcset="https://carolineforte.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-17.23.57-2.jpeg 679w, https://carolineforte.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-17.23.57-2-300x215.jpeg 300w" sizes="(max-width: 679px) 100vw, 679px" /></figure></div>


<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Seguindo as orientações do criminoso, a idosa acabou destruindo seus cartões e entregando-os, juntamente com o telemóvel onde estavam instalados os aplicativos bancários, a um suposto funcionário enviado à sua residência. O estelionatário garantiu que os objetos seriam devolvidos com novos cartões.</p>



<p>Somente três dias mais tarde a vítima percebeu que havia sido enganada. O prejuízo contabilizado chegou a R$ 33.181,23, valor decorrente de compras realizadas e de empréstimos contratados em seu nome. Na ação judicial, a autora pleiteia a restituição integral do montante perdido, bem como indenização por danos morais de R$ 10.000,00. Em sua defesa, os bancos sustentam que a fraude não ocorreu em suas dependências e negam a existência de falha na guarda dos dados pessoais da cliente.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">O que decidiu a Justiça</h2>



<p>Na apreciação do caso, o magistrado destacou que os fraudadores tinham acesso a informações sensíveis da consumidora — como endereço, número de telefone e a vinculação da sua titularidade a três cartões de crédito —, o que, por si só, evidencia falha na proteção de dados pelas instituições financeiras.</p>



<p>O juiz também observou que os bancos não comprovaram a regularidade das transações de crédito e débito realizadas pelos golpistas. Para ele, a omissão em detectar movimentações fora do padrão na conta da cliente reforça a negligência das rés.</p>



<p>Em sua fundamentação, o magistrado registrou que a utilização indevida de meios eletrónicos por criminosos é um risco previsível e recorrente, amplamente conhecido no mercado. Ressaltou, ainda, que, por obterem lucro com a atividade bancária, as instituições devem adotar medidas eficazes de segurança para evitar que a prestação dos seus serviços cause prejuízos a correntistas e titulares de cartões. Tal situação, concluiu, configura o chamado <strong>fortuito interno</strong>, cuja responsabilidade não pode ser transferida ao consumidor.</p>



<p>Com base nesses fundamentos, o juiz determinou que os bancos restituíssem integralmente os valores subtraídos e, de forma solidária, pagassem indenização por danos morais fixada em R$ 5.000,00.</p>



<p>A decisão reafirma a jurisprudência consolidada pelo <strong>STJ</strong> no sentido de que as instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos causados por fortuito interno, nos termos do artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor e da Súmula 479.</p>



<p>O caso serve de alerta tanto para consumidores, que devem redobrar cuidados diante de golpes sofisticados, quanto para bancos, que têm o dever de investir continuamente em sistemas de proteção de dados e monitoramento de operações atípicas.</p>



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<p></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p></p>
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