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	<title>Dívidas</title>
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		<title>TJRS Revoluciona: tutela de urgência agora é possível antes da conciliação!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Caroline Forte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 20:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Superendividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Conciliação]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Endividado]]></category>
		<category><![CDATA[Mínimo Existencial]]></category>
		<category><![CDATA[TJRS]]></category>
		<category><![CDATA[Tutela de Urgência]]></category>
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					<description><![CDATA[Você se sente sufocado pelas dívidas? Sua renda mal cobre o básico e os descontos bancários parecem não ter fim? Se sim, temos uma excelente notícia que pode mudar a sua realidade! Em um avanço significativo para a proteção do consumidor, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) proferiu uma decisão histórica [&#8230;]]]></description>
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<p>Você se sente sufocado pelas dívidas? Sua renda mal cobre o básico e os descontos bancários parecem não ter fim? Se sim, temos uma <strong>excelente notícia</strong> que pode mudar a sua realidade!</p>



<p>Em um avanço significativo para a proteção do consumidor, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) proferiu uma decisão histórica no Agravo de Instrumento <a href="https://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/tj-rs/2748041713/inteiro-teor-2748041825">Nº 5026927-68.2024.8.21.7000/RS</a>, <strong>confirmando a possibilidade de conceder a tutela de urgência (uma medida judicial emergencial) antes mesmo da audiência de conciliação</strong> <strong>em casos de superendividamento</strong>.</p>



<p>Essa decisão é um verdadeiro <strong>divisor de águas</strong> para milhões de brasileiros que se encontram em uma situação de superendividamento, especialmente aqueles cuja dignidade e mínimo existencial estão ameaçados.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>O que é superendividamento e por que esta decisão é tão importante?</strong></p>



<p>Imagine que, ao final do mês, a maior parte, ou até mesmo toda a sua renda, já está comprometida com o pagamento de dívidas. Isso é o superendividamento: quando a pessoa natural tem sua renda mensal tão comprometida que perde a capacidade de pagar suas dívidas básicas, colocando em risco sua própria sobrevivência e a de sua família.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="610" height="330" src="https://carolineforte.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-15-174317.png" alt="" class="wp-image-1744" style="width:558px;height:auto" srcset="https://carolineforte.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-15-174317.png 610w, https://carolineforte.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-15-174317-300x162.png 300w" sizes="(max-width: 610px) 100vw, 610px" /></figure></div>


<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14181.htm">Lei Federal nº 14.181/2021</a>, conhecida como a <strong>Lei do Superendividamento</strong>, trouxe um novo fôlego ao Código de Defesa do Consumidor. Ela estabeleceu uma fase obrigatória de conciliação para repactuação de dívidas, buscando uma solução amigável entre o consumidor e seus credores.</p>



<p><a href="https://carolineforte.adv.br/superendividamento/">Clique aqui para saber mais sobre o Superendividamento</a></p>



<p>No entanto, havia um debate sobre a possibilidade de conceder uma medida de urgência <em>antes</em> dessa conciliação. A boa notícia é que o TJRS, em sua mais recente decisão, <strong>reafirmou que não há qualquer impedimento para o deferimento da tutela de urgência antes da audiência de conciliação</strong>, especialmente em um cenário de superendividamento.</p>



<p><strong>Por que isso é crucial?</strong> Porque a demora na resolução de um processo pode agravar ainda mais a situação do consumidor. A tutela de urgência permite que medidas protetivas sejam tomadas imediatamente, como a limitação dos descontos, garantindo o seu <strong>mínimo existencial</strong> enquanto o processo principal avança.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Protegendo o &#8220;Mínimo Existencial&#8221;: seu direito à sobrevivência digna</strong></p>



<p>A base para essa decisão inovadora é a proteção do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Decreto/D11567.htm"><strong>mínimo existencial</strong>.</a> Esse não é apenas um conceito jurídico, mas um direito fundamental social, enraizado na Constituição Federal (Art. 1º, inciso III, que trata da dignidade da pessoa humana) e reforçado pelo Código de Defesa do Consumidor.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="600" height="397" src="https://carolineforte.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-15-174517.png" alt="" class="wp-image-1745" style="width:452px;height:auto" srcset="https://carolineforte.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-15-174517.png 600w, https://carolineforte.adv.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-15-174517-300x199.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure></div>


<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Significa que você tem direito a uma parte da sua renda para garantir suas despesas básicas de subsistência, como moradia, alimentação, saúde e transporte. A manutenção de descontos bancários que comprometem essa subsistência é inaceitável. O tribunal enfatizou que esse direito é de <strong>eficácia imediata</strong>, ou seja, não depende de regulamentação para ser aplicado.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>A questão dos descontos: quais são os limites?</strong></p>



<p>A decisão do TJRS foi clara ao determinar que os descontos de empréstimos consignados e débitos automáticos em conta corrente devem ser <strong>limitados a 35% da sua renda líquida</strong> (já descontados Previdência e Imposto de Renda). Esse percentual deverá ser dividido entre todos os bancos e instituições financeiras envolvidas.</p>



<p>É importante notar que, embora a Lei nº 10.820/2003 tenha estabelecido o limite de 35% (com 5% exclusivo para cartão de crédito), e a Lei nº 14.131/2021 (que converteu a MP 1.006/2020) tenha ampliado temporariamente para 40% (sendo 5% para cartão de crédito), a decisão em questão aplicou o patamar de <strong>35% para o total dos descontos</strong> que comprometem o mínimo existencial.</p>



<p>Essa limitação é fundamental para evitar que você caia em uma &#8220;morte civil&#8221;, onde a falta de crédito e dinheiro para o básico inviabilizam sua vida na sociedade atual.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>O tema 1085 do STJ não se aplica ao Superendividamento!</strong></p>



<p>Um ponto crucial da decisão é o entendimento de que o <strong><a href="https://processo.stj.jus.br/repetitivos/temas_repetitivos/pesquisa.jsp?novaConsulta=true&amp;tipo_pesquisa=T&amp;cod_tema_inicial=1085&amp;cod_tema_final=1085">Tema 1085 do Superior Tribunal de Justiça (STJ)</a> não se aplica a casos de superendividamento</strong>.</p>



<p>O Tema 1085 do STJ permite que bancos façam débitos diretos em conta corrente sem limitação percentual, sob o princípio da autonomia da vontade. No entanto, o TJRS esclareceu que essa tese se refere a <strong>consumidores &#8220;saudáveis&#8221;</strong>, em relações contratuais normais.</p>



<p>Para consumidores em situação de superendividamento, o cenário é <strong>essencialmente oposto</strong>. Nesses casos, a continuidade dos débitos em conta corrente compromete o mínimo existencial, tornando a limitação dos descontos uma medida necessária e justa.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">O que essa decisão significa para você na prática:</h2>



<p>• <strong>Alívio Imediato:</strong> A possibilidade de obter uma tutela de urgência antes da conciliação significa que você pode ter uma <strong>limitação nos seus descontos financeiros de forma mais rápida</strong>, respirando um pouco enquanto o processo de repactuação é organizado.</p>



<p>• <strong>Fim das Restrições e Cobranças Abusivas:</strong> A decisão pode determinar que os bancos se abstenham de incluir seu nome em cadastros restritivos de crédito (como SPC e Serasa) ou de protestar títulos enquanto o processo estiver pendente. Se você já estiver negativado, o efeito da restrição pode ser suspenso. Além disso, as cobranças abusivas ficam proibidas.</p>



<p>• <strong>Limitação Clara dos Descontos:</strong> Seus empréstimos consignados e débitos automáticos em conta corrente serão limitados a <strong>35% da sua renda líquida</strong>, garantindo que você tenha o mínimo para viver.</p>



<p>• <strong>Exceções Importantes:</strong> É fundamental saber que esta decisão <strong>não abrange contratos com garantia real</strong> (como imóveis ou veículos) ou alienação fiduciária, nem obrigações que devem ser pagas por boleto bancário ou de forma voluntária.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Como um Advogado Especialista pode ajudar?</h2>



<p>Diante dessa nova e favorável interpretação, buscar a orientação de um advogado especializado em direito bancário e superendividamento é essencial. Nós podemos:</p>



<p>• <strong>Avaliar sua situação:</strong> Entender o nível do seu superendividamento e quais medidas podem ser tomadas.</p>



<p>• <strong>Formular o pedido de tutela de urgência:</strong> Com base nos seus documentos e na nova decisão do TJRS, pleitear a limitação dos descontos imediatamente.</p>



<p>• <strong>Representá-lo na audiência de conciliação:</strong> Buscar a melhor proposta de plano de pagamento para suas dívidas, preservando seu mínimo existencial.</p>



<p>• <strong>Garantir o cumprimento da decisão judicial:</strong> Se o banco descumprir a ordem de limitação, tomar as medidas cabíveis para aplicação de multa.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p><strong>Não deixe que as dívidas roubem sua dignidade e seu direito a uma vida mínima!</strong> Esta decisão do TJRS é uma luz no fim do túnel para muitos consumidores.</p>



<p><strong>Entre em contato conosco hoje mesmo e descubra como podemos ajudá-lo a retomar o controle da sua vida financeira.</strong> Seu mínimo existencial é um direito fundamental, e estamos aqui para garantir que ele seja respeitado.<br></p>
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